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Não perdoar é um veneno

June 2, 2017

 

Por OM Ships

Tradução: Tayza Garcia

 

Uma equipe de moças do Logos Hope foi convidada a visitar o Lar Wortley para Meninas na Jamaica, ao pé das Montanhas Azuis, para falar sobre tráfico e abuso de pessoas e abençoar as adolescentes com um dia de conversa entre meninas.

 

Os membros da equipe que receberam treinamento sobre como prevenir o tráfico humano lideraram a discussão em grupo sobre o assunto. As voluntárias explicaram que, embora o tráfico seja considerado relativo a prostituição, também pode ser tão simples como uma pessoa que usa seu poder para forçar outra pessoa a fazer algo que a segunda pessoa não se sente confortável fazendo.

 

Anna Wegermann (Brasil) compartilhou sua história pessoal de ser ferida por um amigo da família por um período de sete anos e como as consequências das ações do homem a assombraram por mais de uma década. "Meus médicos e terapeutas me disseram que nunca ficaria bem, que sete anos era muito tempo", disse Anna. No entanto, Anna estava determinada a provar aos médicos e profissionais que eles estavam errados, e percebeu que se agarrar ao que havia acontecido era dar àquele homem poder sobre ela. Anna não podia mudar o passado e ela nunca poderia esquecer o que tinha acontecido, mas ela precisava perdoar. Uma noite, enquanto Anna estava sentada em seu quarto, ela imaginou o homem que a tinha ferido de pé, na frente dela. "Eu listei todas as coisas que ele fez para me machucar, e eu disse a ele que eu o perdoava." Foi essa ação que deu a Anna paz. "A falta de perdão é como engolir veneno e esperar que a outra pessoa morra", disse Anna. "Apenas machuca a você, a outra pessoa não sente sua dor”.

 

"As meninas têm origens semelhantes à de Anna", disse Delores Bailey, a administradora do Lar. "Elas foram abusadas ​​ou negligenciadas e elas não têm para onde ir."

 

As moças passaram o tempo com as meninas, fazendo artesanato, pintando unhas e fazendo a maquiagem. No dia seguinte, as meninas vieram visitar o navio para assistir a peça de teatro "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa" e ficaram ansiosas ao ver os membros da tripulação que reconheceram.

 

As voluntárias esperam que as adolescentes reflitam sobre a experiência de Anna e encontrem força para perdoar aqueles que as machucaram, para que possam continuar vivendo vidas livres das correntes criadas pelas ações dos outros.

 

Texto original aqui.

 

O Navio Logos Hope tem hoje 14 brasileiros atuando.

 

O papel da OM na Igreja é mobilizar pessoas para compartilhar o conhecimento de Jesus e Seu amor com cada geração em cada nação. A OM é pioneira e lidera iniciativas para resgatar vidas, reconstruir comunidades e restaurar a esperança em mais de 110 países.

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