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Usando Linguagem para Comunicação e Convívio


#TrindadeETobago Enfermeiras e nativos de língua espanhola do MV Logos Hope foram voluntários em uma clínica que trata migrantes venezuelanos indo para o Caribe.


Emilie Jelger (França) é voluntária, no navio, na equipe médica. Ela explica: “Nós sabemos que os migrantes a caminho de Trinidad e Tobago e aqueles que os ajudam precisam de ajuda para se comunicarem em espanhol.” A equipe trouxe material médico para o centro que serve como clínica um dia por semana, e, no restante do tempo, como sala de aula.


“Quatro ‘tias’ – uma forma carinhosa para se referir às mulheres, no Caribe – ajudam na clínica. Algumas são enfermeiras e outras apenas ajudam os necessitados. Gem Antoine, uma farmacêutica, é voluntária na clínica, como líder médica. Essas pessoas visitam farmácias e pedem ajuda e doações,” diz Emilie, que ficou impressionada com a gentileza e carinho dos voluntários: “Eles me disseram que nem todos têm os recursos , ou meios, para ir a um médico. Assim, essa é uma oportunidade para eles terem os cuidados de que necessitam.”.


Jessica Campos (El Salvador) pontua: “Um homem continuou me perguntando por que estávamos lá. Eu disse a ele que nós poderíamos estar em casa com nossos familiares, mas queríamos compartilhar nossa fé e ajudar.”. Ela também disse ao homem: “Não importa a situação que você esteja enfrentando, podemos ter algo que vai lhe dar esperança. Deus está no controle.”.


Jessica ficou feliz porque sua língua nativa acabou sendo útil, pois os venezuelanos, por poderem se comunicar com ela, estavam entusiasmados. “Eles perguntavam: ‘De onde você é?’ Falar a mesma língua nos ajudou a nos comunicar mais rapidamente,” ela disse.


“Elas estavam curiosas em saber a razão pela qual nós estávamos lá. Em razão da crise humanitária no país, muitos não têm nem mesmo esperança, mas, vendo pessoas que vieram para ajudá-los, ficaram impactadas. Não importa quanto tempo livre nós tivéssemos, nós deveríamos aproveitar a oportunidade para ajudar outros e, sobretudo, compartilhar a nossa fé.”, Jessica concluiu.

A diretora da clínica, Gemma Malchan-Benny, diz: “Receber os tripulantes foi emocionante. Eles estavam todos ansiosos e focados na causa.”. Ela acrescenta: “Os tripulantes pareciam gostar das enfermeiras da clínica. Fui encorajado por sua dedicação geral e profissionalismo. Os tripulantes cumpriram o mandato dos servos de Cristo!”.


Tradução por Orlando Silva

Revisado por Eunice L. Amaro

Texto original aqui.

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