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Quando a missão é diferente do que se esperava


#Jamaica "Antes de vir para o navio, eu sabia que meu chamado seria para servir a Deus trabalhando com estranhos que, eventualmente, tornar-se-iam minha família. Eu sabia que teria que sair da minha zona de conforto, então mantive o princípio de ser flexível e ter capacidade de aprender. Sabia que, se tivesse essas coisas, sobreviveria à vida no navio."


Ezra William (Ásia Oriental), de 21 anos, trabalha no departamento de operações marítimas a bordo do Logos Hope. Ele se juntou ao navio em Mondego Bay, Jamaica há dois meses. Animado e pronto para compartilhar conhecimento, ajuda e esperança, ele já tinha enfrentado desafios em sua jornada até mesmo para subir o passadiço.


“Eu tive alguns obstáculos a serem superados antes de poder vir para o navio", diz Ezra. "Para pagar minhas vacinas, eu precisava tomar a difícil decisão de vender minha nova moto, que era muito valiosa. Foi muito difícil pois eu realmente gostava minha dela. Além disso, eu tinha feito várias modificações personalizadas na minha máquina, mas eu sabia que tinha de vendê-la. Meus amigos perguntaram: 'Como você pode vender sua moto?' e eu respondi: "Eu amo minha moto, mas eu amo meu Jesus, muito mais!".


A viagem de Ezra ainda teve mais empecilhos, quando seu pedido de visto de trânsito foi rejeitado e ele não pôde pagar seus custos de seguro. Deus, no entanto, colocou as pessoas certas em sua vida para resolver cada situação.


Quando Ezra, finalmente, conseguiu embarcar, ele estava ansioso para começar a vida servindo a Deus em meio a uma comunidade flutuante, esperando o inesperado. Em questão de semanas, o Ministério Público teve que parar por causa das restrições mundiais para evitar a propagação do coronavírus.


"Eu estava triste que o navio estivesse fechando para o público porque eu tinha acabado de chegar. Eu reclamei com Deus, mas lembrei que tinha vindo para cá por Ele e ainda estou aqui por Ele", reflete Ezra. "Deus foi tão fiel a mim ao me trazer aqui, não há nada de que eu possa reclamar."


"Acho que é nosso momento de servirmos, um ao outro, como uma comunidade, agora e nos prepararmos mais por meio de treinamento para que, mais tarde, quando abrirmos ao público novamente, possamos fazer algo emocionante. Estou aprendendo a apoiar meus companheiros de equipe e a me adaptar e ser humilde em circunstâncias difíceis. Foi uma grande bênção estar em uma comunidade tão solidária e receber tanta alegria e paz de Deus por estar aqui agora. Minha família e apoiadores me encorajam a continuar servindo no Logos Hope e eu fico porque quero fazer parte do que Deus está fazendo com esse ministério, agora e sempre."


Tradução por Orlando Silva

Revisado por Eunice L. Amaro

Texto original aqui.

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