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#SudestedaÁsia “Antes eu tinha medo de espíritos. Todos os anos, tínhamos que sacrificar para os espíritos”, disse Ailani*, 24 anos, que é de uma pequena vila de um país budista no sudeste da Ásia. “Minha mãe costumava me pedir para levar [as oferendas] às casas dos espíritos e eu tinha medo... Os membros da família trazem as roupas da pessoa doente ao feiticeiro e, com base em que espírito deseja comer, ele aconselhará um animal diferente que precisa ser sacrificado [para que essa pessoa seja curada].”


Como muitos outros influenciados pelo budismo, a vila de Ailani acredita no reino espiritual ativo, fazendo diariamente oferendas de refeições simples. Os sacrifícios de aves ou outros animais maiores são feitos por incidentes mais críticos, como doenças, para acalmar os espíritos malignos. Ainda jovem, Ailani se perguntava como eles poderiam acreditar que o espírito maligno havia trazido cura, mas ao mesmo tempo ter sido a fonte da doença. Sua mãe não tinha respostas a oferecer.


Em muitas aldeias rurais, as meninas se casam aos 14 anos de idade e o único trabalho disponível é o cultivo de arroz para subsistência - onde os agricultores apenas ganham o suficiente para comer. Sobre crescer naquele ambiente, Ailani disse: “Eu fazia qualquer coisa que me deixasse feliz. Eu nunca pensei sobre qual era o propósito da vida. Não estudei bem, mas terminei o ensino médio porque não queria trabalhar no campo. Eu estudei o suficiente para isso, mas nunca tive o sonho de deixar o país ou me tornar médica ou algo assim.”


Somente quando Ailani seguiu a irmã mais velha até a capital para procurar oportunidades de emprego que ela foi apresentada a pessoas que viviam de maneira muito diferente: os cristãos. Inicialmente, a resposta de Ailani às pessoas que a abordaram sobre Jesus foi: "Como posso acreditar se não o conheço?"


Depois de um certo tempo observando a vida dos seguidores de Jesus que ela percebeu que eles tinham algo de valor único. “Vi como os cristãos eram diferentes e queria ser como eles. Na minha aldeia, também tínhamos muita unidade e comunidade - mas quando você cede, espera algo em troca; enquanto os cristãos apenas davam”, lembrou. "Eu senti que todos eles tinham tanta sabedoria."



Tudo mudou


Ailani atua na OM em seu país há mais de dois anos. No início, ela foi discipulada como parte de seu trabalho em um negócio mantido pela OM. Agora, ela usa suas habilidades artísticas para alcançar as pessoas em sua comunidade e desempenha um papel de liderança, discipulando outras pessoas e se preparando para viajar para outro lugar na Ásia por dois anos, para crescer ainda mais em suas habilidades e experiência no ministério.


“Se você não vive como exemplo, pode dizer 10.000 coisas, mas [aqueles que lidera] não te seguirão. Então é preciso ser o exemplo para eles”, compartilhou Ailani sobre sua experiência como líder e o que aprendeu com seus próprios líderes. “Desde que me mudei para cá, para trabalhar com a OM, tudo mudou. Eu penso mais nas outras pessoas. Penso mais em olhar para o que Deus quer que façamos, não apenas na teoria, mas de maneiras práticas - como obedecê-Lo. ”


“Se você não vive como exemplo, pode dizer 10.000 coisas, mas [aqueles que lidera] não te seguirão. Então é preciso ser o exemplo para eles”

Durante os últimos anos, Ailani experimentou Deus trabalhando nela e está ansiosa para que outros conheçam Jesus assim também. “Deus me ensinou passo a passo. Ele me mostrou que pode fazer muitas coisas, mas um passo de cada vez. Quanto mais eu o amo, mais quero dar a Ele”, disse ela. E, olhando para o futuro, ela deixa que essas lições recentes da fidelidade de Deus acalmem seus medos. “Se eu pensar apenas em mim ou no que posso fazer, ficaria com medo. Mas Deus prepara o caminho para mim”, disse Ailani. "É claro que haverá muitas coisas difíceis, mas Deus diz que tudo é possível se você fizer com Ele."


*Nome alterado por motivos de segurança.


Por OM International

Tradução de Tayza Garcia

Texto original aqui.

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