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'Foi pra isso que Deus me criou'


#EstadosUnidos Quando Matt Harper (EUA) começou a servir em missões, ele não se mudou para o exterior. Por 15 anos, ele trabalha nos bastidores - e na tela do computador - em RH, ajudando outras pessoas a chegarem onde Deus quer que elas estejam.


“Não é exagero dizer que sinto que servi ao lado de pessoas da OM que são heróis da fé para mim”, ele compartilha. “Muitas dessas pessoas odeiam ficar 'presas' em um escritório de seu país, mas ficam tão felizes por eu estar lá. A realidade é que, se você está lá fora, viajando pelo sudeste da Ásia e é apaixonado por isso, quer que a pessoa de seu escritório base seja apaixonada por apoiá-lo.


“Eu ouço o que está acontecendo em muitos lugares. Eu uso meu dom em servir de forma técnica, então eu não enxergo meu trabalho na base como estar "preso": eu vejo isso como Deus me usando da forma que Ele me criou e me preparou para ser”.


"Eu vejo isso como Deus me usando da forma que Ele me criou e me preparou para ser”.


Não tão bom


Matt cresceu indo à igreja, “mas era uma igreja que falava muito sobre ser uma pessoa boa. Não estava focada na Bíblia”, ele descreveu. Quando ele tinha 12 ou 13 anos, sua irmã mais velha, dez anos mais velha, começou a frequentar uma igreja diferente que enfatizava a mensagem central da Bíblia - que as pessoas estão separadas de Deus e que não podem consertar isso sozinhas.


"Além de eu nunca ter ouvido o evangelho antes, eu vi alguém com quem eu era tão próximo mudar sua vida por causa do evangelho", disse ele. Esse foi o começo de sua própria transformação. A irmã de Matt tornou-se cristã e, em quatro anos, seus pais se tornaram crentes, seguidos pelas outras duas irmãs. Aos 15 anos, Matt também decidiu seguir a Jesus.


“O que realmente me trouxe a Cristo foi enfrentar a pergunta: 'Quão bom é bom o suficiente?'” ele compartilhou. “Eu me dei conta que não é sobre ser bom o suficiente, e sim que você está morto por causa do pecado, não importa o que você faça.”


Quando Matt se tornou cristão, ele desenvolveu uma paz interna, sabendo que estava seguro com Deus por causa do que Jesus havia feito por ele.



Preparação pessoal e profissional


Ao longo dos anos, Matt disse que se desenvolveu um talento em ajudar outras pessoas a serem eficazes. Ele se formou em educação, lecionou por alguns anos, depois cursou uma pós-graduação e estudou treinamento e desenvolvimento. Quando Matt iniciou seu programa de pós-graduação, ele conheceu alguns missionários visitantes que o incentivaram a pensar em usar o treinamento e o desenvolvimento em um contexto de missões ou ministério. Embora ele estivesse interessado, ele não tinha nenhum passo claro adiante.


Depois de concluir sua curso, Matt conseguiu um emprego em uma empresa que, segundo ele, poderia proporcionar alguma experiência transcultural. Naquele momento, ele não planejava permanecer no mundo corporativo para sempre, mas, enfim, esperava usar seu diploma e qualquer experiência adicional para um ministério ou missão.


Os sete anos subseqüentes não forneceram o treinamento transcultural que ele esperava, mas Matt havia se envolvido cada vez mais com missões em sua igreja local - servindo no comitê de missões, fazendo viagens de curta duração e fazendo voluntariado com estudantes internacionais, freqüentando faculdades perto de onde sua família morava.


“Deus estava aumentando o desejo de servir potencialmente em algum tipo de ministério transcultural”, lembra Matt. Sua esposa o incentivou a seguir a liderança do Senhor e eles começaram a procurar organizações com necessidades que correspondessem às habilidades de Matt.



Pequenas interações, grandes vitórias


Nos primeiros 11 anos na OM, Matt atuou no escritório base nos EUA em RH, antes de passar para sua função atual responsável pelo Caribe, também localizado no escritório dos EUA. Embora a posição dele não esteja diretamente relacionada ao seu diploma, "é uma das atuações que sinto que fui moldado pra fazer", disse ele. “Realmente, nos últimos 15 anos, eu percebo isso. Acompanhar as pessoas, ajudando-as a chegar aonde querem chegar, ajudando-as a serem efetivas em seu ministério e a lidar com os desafios que encontram ao longo do caminho, sejam questões de apoio, vistos ou encontrar um campo que seja adequado para elas”.


Ele se relaciona com aqueles a quem serve por meio da tecnologia, confiando principalmente em vídeo chats e WhatsApp para descobrir as personalidades e paixões das pessoas. "Nosso foco no Caribe é levantar trabalhadores e recursos para serem enviados", explicou ele. A Igreja é estabelecida nas ilhas, mas, de modo geral, as igrejas individualmente não entendem o mandamento bíblico para missões globais.


As conversas de Matt com as pessoas geralmente começam quando elas procuram lugares para servir no exterior. O relacionamento continua enquanto eles levantam sustento e se preparam para partir. "Na função de RH da OM, fazemos perguntas sobre a vida delas, sobre assuntos com os quais eles talvez nunca tenham falado com ninguém." Ele reconhece a vulnerabilidade necessária para as pessoas falarem sobre suas lutas, passadas e presentes, e compartilha o amor de Deus com elas, respondendo graciosamente. "Não consigo encobrir questões que precisam ser tratadas, mas tento ser o mais sensível possível ao ter essas conversas delicadas", esclareceu.


Interações menores, como orientar sobre uma situação de visto ou ajudar a resolver um problema de suporte, também o incentivam a continuar trabalhando. “O ponto alto para mim é que tenho sido capaz de servir e beneficiar alguém que serve no campo, em sua jornada para o campo e, em alguns casos, servir um indivíduo, mesmo que ele acabe não servindo com a OM," ele diz.


"Quando vejo alguém completar seu contrato inicial e continuar a servir, isso é uma grande vitória para mim."

Ao abraçar seu papel e apoiar os outros, Matt está contribuindo para o reino de Deus. "Se fôssemos todos 'olhos ou polegares', haveria buracos porque há grande necessidade das funções de apoio dentro da organização", explicou, referindo-se à figura do corpo de Cristo e suas diferentes funções em 1 Coríntios 12: 14-20. "Somos chamados a ser fiéis e usar os dons que Deus nos deu."


"Somos chamados a ser fiéis e usar os dons que Deus nos deu."

Por OM Internacional

Tradução de Tayza Garcia

Texto original aqui.

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