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Excluídos da comunidade


#CostaRica Na Costa Rica, a OM possui duas bases: uma em San Jose e outra em Talamanca – separadas por uma difícil viagem de seis a sete horas da capital (234 km). Antes do surto de coronavírus, a equipe atendia Talamanca duas ou três semanas por mês, estima Roberto Ramirez, que coordena equipes de curto prazo.


Desde que o governo impôs um toque de recolher das 22:00 às 05:00, juntamente com medidas estritas de quarentena para a prevenção de coronavírus, a equipe foi efetivamente excluída do seu segundo lar e coração do ministério. “Não ter a oportunidade de ir lá sozinhos ou com uma equipe, afeta a maneira como ministramos”, explicou Josue Sanchez, que lidera a comunicação na Costa Rica, e é o tradutor nas viagens a Talamanca.


Roberto disse que eles hospedam até 11 equipes internacionais de curto prazo por ano, que sempre incluem Talamanca no programa. Eles também dão treinamento de missões para os latinos em sua base lá. Como os povos indígenas de Talamanca, que praticam a fé bahá'í, estão isolados do resto da Costa Rica e não têm acesso às muitas igrejas evangélicas do país (a maioria das comunidades em Talamanca não possui eletricidade, internet e telefone), passar tempo com eles oferece às equipes e alunos de curto prazo a oportunidade de fazer "amigos espirituais", disse Josue. “Sempre que uma equipe vem, sentamos, dividimos uma xícara de café… Esse é o trabalho que fazemos em Talamanca: compartilhar com pessoas que não conhecem Jesus.”


“Uma das coisas de que gosto em ir para Talamanca é passar um tempo na comunidade com os habitantes locais em suas casas, e sinto que é assim que devemos agir como cristãos. Porque quando nos preocupamos com nós mesmos, esquecemos que temos que viver em comunidade, como Jesus ensina a todos nós”, ele compartilhou.


"Na maioria das vezes, eles ficam muito felizes quando os visitamos, porque é como uma brisa de ar fresco para eles", acrescentou Roberto. "É muito parecido na Bíblia com a igreja em Atos - que as pessoas vão à casa, compartilham a comida, oram por elas, incentivam e encorajam umas à outras."


O livro de Atos também fornece um exemplo de crentes que atendem às necessidades um do outro. Com Talamanca isolada da cidade, Roberto e Josue notaram o impacto econômico imediato que a quarentena teria sobre os povos indígenas, que dependem de outros para comprar bananas e as sementes que cultivam. Sem carros, “eles não têm capacidade para transporte e venda [suas colheitas] para as pessoas da cidade. Se as pessoas não compram, elas não têm renda para suas famílias. Eles não têm dinheiro para comprar arroz, feijão, sal, açúcar, e tenho certeza de que haverá falta de comida em breve”, explicou Josue.


No passado, a OM fornecia comida em casos de emergência para as comunidades de Talamanca em tempos de crise. Josue disse que a equipe espera atender a algumas necessidades novamente quando as restrições de viagem forem suspensas.


"O ministério basicamente parou, fisicamente falando, mas isso não significa que parou espiritualmente", enfatizou. "Precisamos continuar em orações e em consistência em nosso relacionamento com Deus."


A OM está em campanha no mundo inteiro para trazer socorro por impactos causados pelo COVID-19. Sua oferta e orações são muito bem-vindas e necessárias. Acesse www.om.org.br/covid para ofertar para este e outros campos em necessidade imediata.


Tradução por Tayza Garcia

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