Evangelizando pelas ondas do rádio


#Malawi A estação de rádio Lilanguka, no Malawi, esteve perto de nunca existir. Por mais de dez anos, missionários de várias organizações, inclusive a OM, lutaram para obter as licenças necessárias e todas as permissões para começar a estação no Malawi. Quando finalmente a papelada chegou, em 2016, quase todos os visionários já tinham ido embora. Mas isso não impediu que aqueles que permaneceram tornassem o sonho uma realidade. Os trabalhadores da OM falaram para Kondwani, que é do Malawi, a respeito da visão para a rádio, e o convidaram a ser parte disso.


Na ocasião, Kondwani estava trabalhando como secretário de treinamento para outra organização cristão envolvida na evangelização de estudantes. Tendo feito faculdade de Rádio e Transmissão, ele estava animado com a forma como a estação compartilharia o evangelho com um grupo de pessoas por todo o sul do Malawi, que era historicamente difícil de alcançar.


Mas antes que pudessem entrar no ar, a estação precisava ser construída. Três contêineres foram transformados em estúdio de transmissão, estúdio de edição e sala técnica, com paredes de cimento fazendo o isolamento de som. O único com experiência de rádio, mas não fluente no idioma local, Kondwani recrutou pessoas que podiam falar a língua e ensinou a elas o básico de transmissão: como desenhar um programa, entrevistar, gravar, editar e entrar ao vivo.


“Minha parte favorita é ensinar. Sou apaixonado por isso,” disse Kondwani. “Eu sou alguém que fala tudo de maneira muito simples, assim todos podem entender. Gosto de ensinar e de motivar os outros, dizendo que conseguem.”


Um membro da estação, que não tinha experiência prévia em jornalismo, inscreveu-se nos exames para a faculdade e passou. “É muito encorajador ver essas pessoas tornando-se aptos a fazer o trabalho que qualquer outro jornalista no país é capaz de fazer, sem um diploma superior, só com o treinamento que damos,” expressou Kondwani.


Como administrador da estação, Kondwani supervisiona o trabalho de dez empregados e sete voluntários. “No meu dia a dia, eu preciso orientar as pessoas e também preparar a agenda, checando as próprias pessoas e o conteúdo do programa. Também sou bom editando e fazendo os programas,” disse Kondwani.


Pode tocar aquele de novo?