Ensinando homens a liderar


#ÁsiaCentral Antes de Jamal* e sua esposa Yulduz* ficarem noivos, ele contou a ela que tinha uma paixão pelo mundo muçulmano. “Quero servir na Ásia Central, mas não sei onde”, ele disse. Na época, Yulduz, uma enfermeira profissional, estava ganhando um salário decente e não se via deixando seu país no Sul da Ásia.


Por amor a Jamal e obediência a Deus, ela orou honestamente: “Deus, não estou pronta para sair, mas, se quiseres, por favor, me deixe pronta.”. Continuando, fielmente, com essa oração, ela começou a ter paz. “Um dia eu estava orando e fui encorajada por Esdras 10:4 - ‘Levante-se, pois isto é incumbência sua, e nós o apoiaremos. Seja forte e mãos à obra!’ (NAA). Senti Deus falando comigo: ‘Sim, eu sou contigo.’


Foram quase dois anos de oração e discussão, mas, em 2011, Jamal e Yulduz se tornaram o primeiro casal enviado do seu país pela OM em 35 anos: “Deus, realmente, nos desafiou, pois muitos, no nosso país, haviam ouvido, outros trabalhadores haviam abençoado nosso país. Deus nos desafiou a abençoar outras nações,” Jamal explicou.


Amigos próximos criticaram a decisão deles. “Estão loucos?”, “ Vão para a Ásia Central?”, “ Estão melhor aqui, ganhando um bom dinheiro.” Mesmo assim, o casal persistiu, confiando no chamado e na provisão de Deus. “Deixamos nosso país com 50 dólares, nenhuma conta bancária, tudo no zero,” relembra Yulduz.


Apesar do seu compromisso inicial ser por três meses, o casal continuou a servir na Ásia Central por nove anos. Eles se concentram em desenvolvimento holístico: espiritual, emocional, físico e social.


Faltando um exemplo


Quando chegamos à Ásia Central, Jamal ouvi que muitos homens trabalhavam, principalmente na Rússia,