'Deus não me abriu caminho, Ele queria que eu dependesse dEle'


#Malásia He Ping* estava numa encruzilhada. Ela tinha recebido uma oportunidade de se juntar à OM, mas isso significaria abandonar seu emprego e entrar numa insegurança econômica quando até mesmo a sua igreja local não era capaz de apoiá-la financeiramente. Ainda mais preocupante numa cultura que considera de suma importância o respeito aos pais, anciãos e ancestrais, He Ping precisaria desobedecer diretamente aos seus pais que temiam sua perda potencial de sustento financeiro.


“Sou uma pessoa de coração bem mole,” diz He Ping. “Se alguém me fala pra não fazer alguma coisa, eu simplesmente paro. Mas com essa decisão, eu falei para mim mesma, preciso ser forte. Preciso dar esse passo. Preciso submeter tudo a Deus e permitir que Ele assuma o controle.”


Uma chinesa nascida na Malásia, com palavras mansas e um amor por dramas coreanos, He Ping se tornou a primeira cristã em sua família. Quando criança, seus pais a enviaram para uma escola dominical para aprender inglês e ela também participava de encontros cristãos semanais em seu ensino médio.


A alegria que ela via na vida de seus amigos e a bondade que demonstravam ao leva