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Desastres precisam ser enfrentados com amor


#Bahamas Como a Operação Mobilização está trabalhando em mais de 115 países ao redor do Globo, a organização também está envolvida em esforços de resposta a desastres, entre comunidades afetadas.


Os líderes da Equipe OM Internacional de Resposta a Desastres veio ao Logos Hope por seis semanas para treinar a tripulação em sessões teóricas e em workshops práticos. Seguindo o exemplo de pensar adiante, não estava chovendo quando Noé construiu a Arca, o time de marido-e-mulher deseja despertar e assegurar que a comunidade do navio esteja preparada e não vai se ver sobrecarregada quando chegar a áreas de desastre.


Ruthe Lopez (Guatemala) diz: “foi interessante ouvir que há maneiras diferentes de responder a diferentes desastres. Por exemplo, depois de uma guerra, as pessoas precisam de ajuda física e mental, o que é diferente de pessoas que sobrevivem a um terremoto, que podem precisar de outras coisas. A ajuda nem sempre tem a mesma cara.”


A tripulação aprendeu que a ajuda nunca é neutra, e pode implicar em poder para aqueles que a dão. “Esse poder pode se tornar abusivo, intencionalmente ou não. Nós, como cristãos, deveríamos ser guiados pelo amor para fornecer ajuda, e estarmos comprometidos a não usar isso para pressionar alguém a acreditar naquilo que nós acreditamos. Oferecemos oportunidades para que as pessoas decidam por si mesmas e lhes damos poder para fazer uma escolha,” dizem os instrutores.


Um treinador diz: “o trabalho de ajuda que agrada a Deus é motivado pela compaixão como a de Cristo. Estar envolvido em resposta para desastres é obedecer ao comando de Deus de amar nossos vizinhos e seguir os princípios de quem tem coração de servo para oferecer alívio, o que inclui uma atitude de oração, humildade para ter iniciativa para fazer tudo o que for necessário pelo tempo que for preciso, para ajudar os locais a retomarem seu ritmo de vida.


“É importante para nós ir além do pensamento ‘o que eu posso fazer’ e chegar a ‘com quais capacidades eu posso colaborar?’” disse o líder. A OM busca transmitir que “um bom trabalho de ajuda pretende assegurar que as pessoas possam ser restauradas ao seu pleno potencial e voltem a ser capazes de cuidar de si mesmas novamente. Não é mera aparência.”


Um membro da tripulação sentiu-se desamparada antes de ir para o treinamento de resposta a desastres; pensava que uma pessoa sozinha não teria impacto suficiente. Ela refletiu, “o treinamento me fez entender que a ajuda que é necessária não é uma iniciativa grandiosa, mas várias pequenas coisas, já que é um processo em andamento. Agora eu penso que é claro que posso ser parte do socorro em desastres, porque sempre há uma tarefa ideal para alguém que realmente tem o desejo de ajudar.”


Tradução por Renato Alt

Revisado por Liliane Nascimento

Texto original aqui.

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