Desafio aceito


#Alemanha Mohammed (Mo) não pensou duas vezes quando seu amigo e mentor, Tobias, lhe contou sobre os 1.000 km (621,3 milhas) 'Coronaride' que ocorreria em algumas semanas. "Claro, estou dentro", disse Mo, independentemente do fato de que ele só tivesse começado a andar de bicicleta de estrada alguns meses antes. Embora esse tipo de desafio seja frequentemente reservado para ciclistas experientes, Mo estava ansioso para participar e – por meio do ciclismo – ajudar as pessoas impactadas pelo novo coronavírus.


Na época do passeio, Mo, um amigo da OM que vive na Alemanha, não conhecia pessoalmente ninguém que tivesse adoecido com o vírus, mas sua irmã, na Síria, o tinha visto devastando famílias. "Na Síria, não é como na Alemanha, onde todos têm seguro. Na Alemanha, se você não for trabalhar, há um orgão que pode fornecer ajuda financeira", explicou. Considerou que em sua terra natal, "quando você não trabalha, você não recebe nenhum dinheiro, e se você trabalha, então você contrair o coronavírus.”


"É uma situação difícil. As pessoas escolhem ir trabalhar e correm o risco de adoecer em vez de verem seus filhos dizendo que estão com fome", disse ele.


Cura milagrosa


Depois de concordar com o Coronaride, Mo começou a treinar com Tobias. Primeiro um passeio de 200 km, depois 300 km. Ambos foram bem. "Meus joelhos doem um pouco durante os 300 km de viagem, mas pensei que ficariam bem depois de duas sema