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Construindo pontes


#Zâmbia “Penso que demonstrar o amor de Cristo é realmente viver no meio das pessoas e mostrar o que é a verdade. Não simplesmente falar,” disse Ivy Chiu de Taiwan.


Nascida nos Estados Unidos, enquanto seu pai estava na universidade, Ivy experimentou o amor de Cristo desde muito pequena. Depois de dar à luz, a mãe de Ivy lutou para cuidar dela em um país estrangeiro, sem falar o idioma local, longe de tudo e de todos os conhecidos. Em razão da insistência de sua tia, a mãe de Ivy entrou em contato com uma igreja chinesa. A comunidade cristã ajudou a família com tudo, desde comida, até acomodações. O pai de Ivy, que era budista, viu e sentiu o amor que a igreja tinha por sua família, mesmo sem conhecê-los, percebeu que Deus deveria ser real e entregou sua vida a Ele.


A família retornou para Taiwan e Ivy cresceu indo à igreja.


Na escola, Ivy acreditava que precisava tirar as melhores notas na turma como uma maneira de honrar a Deus. “Então eu cobrei muito de mim mesma”, admitiu ela.


Quando chegou o tempo de determinar para qual universidade iria, Ivy aceitou uma vaga na segunda melhor escola. Depois de descobrir que suas notas poderiam ter garantido uma vaga na melhor escola, Ivy sentiu que tinha decepcionado a Deus, mas, com a ajuda de novos amigos e de um grupo de cristãos na escola, Ivy descobriu que estava onde Deus queria que ela estivesse.


“Era o tempo de perceber que Deus estava realmente me amando, e não exigindo que eu fizesse coisas, ou que fosse bem sucedida de acordo com a definição cultural de sucesso,” disse Ivy.


Não seria a última vez que Ivy iria lutar com a ideia de sucesso.


Enquanto terminava seu bacharelado, Ivy começou a se preparar para seu mestrado. Enquanto pesquisava diferentes universidades, um dos seus professores mostrou-lhe que os programas de mestrado nos quais ela estava pensando não eram na área de conhecimento pelo qual ela realmente se interessava. Depois de uma investigação mais detalhada, Ivy percebeu que ela estava buscando o mestrado em uma área que sua família e a sociedade a pressionavam a fazer.


Por meio de muita oração, Ivy decidiu se inscrever para entrar para o Logos Hope, em vez de um programa de mestrado. Foi difícil para sua família, que tinha sonhado com ela conseguindo um PhD, mas Ivy sabia que era a decisão certa a tomar.


Quem foi seu primeiro parceiro financeiro? O pastor que havia discipulado os pais de Ivy, nos Estados Unidos, quando eles se converteram.


O lago


Depois de mais de um ano no navio, Ivy foi para o Lago Tanganyika, enquanto o Logos Hope passava por manutenção regular. Tendo ouvido a respeito do “LagoT” e orado por ele anteriormente, Ivy estava empolgada por visitar a área rural no norte da Zâmbia.


Três semanas depois, Ivy se pegou pensando: “Eu poderia viver aqui”. Isso a surpreendeu, uma vez que sempre tinha se considerado uma menina da cidade. Depois de terminar seu compromisso com o navio, ela foi novamente para “Lago T”, mas, dessa vez, era pra ficar.


“Foi muito difícil, no começo. Extremamente difícil,” relembrou Ivy. “Eu não sabia cozinhar e tinha cortes na eletricidade. Eu chorava enquanto cortava um frango. Eu pensava, ‘O que é isso?’. E lavar roupas... eu odeio lavar roupas na mão. No começo foi difícil viver assim, mas com a graça de Deus eu superei.”


Combinando paixões


“No navio, eu aprendi que gosto de duas coisas,” disse Ivy. “Eu gosto de trabalhar no escritório, gosto de usar minhas habilidades e escrever histórias, mas, ao mesmo tempo, gosto de ter um ministério mais direto. Amo poder ter fazer as duas coisas no Lago Tanganyika. Aqui, posso investir na vida de jovens e, ao mesmo tempo, estou fazendo trabalho de escritório que sei que irá beneficiar este lugar e honrar a Deus. Estou feliz que minhas habilidades e minha paixão por jovens podem ser combinadas aqui.”


Construindo pontes


“Existem pontos fortes em diferentes culturas e Deus pode usá-los. Eu nunca pensei que ser chinesa iria me ajudar”, disse Ivy, “Mas eu posso construir pontes, porque posso entender certas coisas melhor que meus outros colegas de equipe. Dentro das cosmovisões culturais, aprendemos como diferentes culturas fazem as coisas. Sobre adoração ancestral, por exemplo, minha vó faz isso! Então eu sei o que significa. Eu sei por que isso é tão importante.”


Ivy descobriu que pode construir pontes para além do trabalho de sua equipe. Existe uma população chinesa crescente ao redor do Lago T, porque chineses são contratados pelo governo para construir estradas na Zâmbia. A maioria desses trabalhadores vêm de vilarejos e estão isolados na Zâmbia devido às barreiras que diferente idioma e cultura impõem.


Vivendo na Zâmbia há dois anos, Ivy tem sido capaz de compartilhar com os trabalhadores chineses sobre a cultura zambiana e vice-versa.


“Acho interessante que, mesmo com diferentes culturas, podemos todos trabalhar juntos,” disse Ivy. “Podemos viver juntos e mostrar que Deus é real. Ele não está apenas em uma cultura, nem faz coisas de um modo só.”


Tradução por John H.

Revisado por Eunice L. Amaro

Texto original aqui.

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