Adotada duas vezes


#Albânia Whitney Peck percorreu um longo caminho desde o lugar que ela chamava de lar, uma pequena cidade no Kansas, EUA. Sua jornada de vida para conhecer Deus e seu amor começou muito jovem, já que ela foi adotada, com cinco semanas de idade, por uma família cristã. Ela nunca pensou que, quando jovem, estaria compartilhando sua paixão por adorar a Deus por meio da música com outras pessoas na Albânia.


Enquanto crescia, Whitney era conhecida como "a garota cristã" que sempre ia à igreja. Um momento crucial em sua vida espiritual veio enquanto estava no ensino médio, durante uma viagem de missões à Coreia do Sul com sua mãe. Lá, elas trabalhavam em um orfanato que tinha dezenas de bebês vestidos de forma semelhante em um quarto pequeno. Ela percebeu que ela não havia sido escolhida apenas por seus pais adotivos, mas também por Deus para ser sua filha. "Eu sou uma pessoa", lembrou ela. "Ele me ama pelo que eu sou."


Whitney sorri, lembrando-se do presente que sua mãe lhe deu no final do programa de evangelismo: uma camiseta na qual estavam escritas palavras poderosas: "Adotada duas vezes." "Por causa dessa viagem de missões, eu percebi que Deus era muito mais do que alguém para quem cantávamos aos domingos. Ele era mais do que apenas um deus, mais do que uma religião."


Na adolescência, Whitney leu vários livros de missões, amando a ideia de encontrar diferentes culturas. Ela também sempre gostou de cantar e de música. Em seu último ano de ensino médio, Whitney foi para o Brasil em uma campanha evangelística. Em um culto com brasileiros, cantando em português, e a equipe de divulgação cantando em inglês, ela tinha uma percepção de que todos eles estavam cantando as mesmas canções para o mesmo Deus. Não precisava de tradução. "Você pode encontrar alegria na música mesmo que não entenda as palavras", lembrou ela. "A música une as pessoa