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A segunda vinda para São Vicente e Granadinas


#SãoVicenteEasGranadinas Surgiu uma oportunidade para o Logos Hope visitar mais um país na época do Natal. Uma equipe de apoio teve apenas três semanas para preparar tudo para a chegada do navio a São Vicente e Granadinas, no Caribe. Dois anos depois da última visita, o navio logos Hope teve o privilégio de retornar às Ilhas.


Joel Bokelman (EUA) foi o líder dessa equipe responsável por preparar tudo em São Vicente e Granadinas. “As pessoas de São Vicente amam o Logos Hope. Aqui, todos conhecem e estão ansiosos com sua chegada.” Ele acrescenta: “Estar na equipe que, em três semanas e meia, vai preparar tudo é algo por Deus: O governo da ilha gostou do nosso projeto e nos apoiou de forma integral. Eles estão entusiasmados sobre possíveis repercussões na educação e socialmente. Desse modo, estão felizes pela volta do ‘navio livraria’.”


Na visita anterior, em 2017, Joel fez parte de um treinamento intensivo sobre desenvolvimento espiritual e físico que ocorreu em São Vicente. “Nós costumávamos subir o morro até o topo, onde há um forte com uma linda vista panorâmica da baía. É cansativo, mas quando você chega lá, a vista é muito bonita. Ter voltado aqui, permite-me fazer isso de novo. É como encerrar um ciclo. Deus demonstrou que ele estava comigo na última vez que estive aqui e está comigo agora também.”, conclui Joel.


Representando o governo de São Vicente e Granadinas, o Ministro da Mobilização Nacional, Frederick Stephenson, deu boas-vindas à tripulação e disse: “Em 2017, eu perguntei ao diretor, ‘Pode uma pessoa de São Vicente fazer parte do navio?’. Essa manhã, foi-me dito que vocês têm uma pessoa da ilha a bordo há mais de um ano!” Cortando a faixa inaugural junto com o Ministro da Educação, St. Clair Prince, as autoridades declararam a livraria aberta ao público.

A mudança na programação do Logos Hope foi uma feliz surpresa para Fiyah King (São Vicente e Granadinas).


"É uma honra para mim voltar para minha 'terra natal' na minha 'casa flutuante' e fazer parte do ministério no meu país. Agora, meus amigos e minha família podem ver parte do que eu tenho feito", diz Fiyah.

"Atualmente, sou a única vicentina a bordo e gostaria de ver mais pessoas entrando em missão.", diz ela. "Antes de me tornar um tripulante, eu não sabia onde levantaria o sustento financeiro ou o que minha família pensaria... mas, agora, ouvir que alguém fez isso já pode inspirar outros; não é impossível.”.


Tradução de Orlando Silva

Revisado por Eunice L. Amaro

Texto Original aqui.

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