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50 anos de fidelidade de Deus


#Navios A OM está celebrando o quinquagésimo aniversário do Ministério do Navio.


O primeiro navio, chamado Logos, foi comprado em 15 de outubro de 1970, e foi o resultado de vários anos de oração e planejamento.


George Verwer compartilhou, pela primeira vez, sua estranha ideia em uma reunião de oração em Bolton, Inglaterra, em 1964. Ele estava pensando que deveria haver uma maneira melhor de apoiar o trabalho emergente da OM na Índia e em regiões mais mais distantes, algo que não envolvesse perigosas viagens rodoviárias, de meses, em velhas vans carregadas de livros. Viagens aéreas eram muito caras, mas um navio poderia abrigar muitas pessoas, transportar livros e veículos, ao mesmo tempo em que poderia ser uma plataforma para sediar eventos e uma base a partir da qual comunidades seriam evangelizadas.


Convencer apoiadores foi um desafio. "Alguns pensaram que eu tivesse perdido o juízo", lembra George. Ninguém na OM – movimento que ele fundou em 1957 – tinha possuído um navio ou tinha experiência em navegação. Como as enormes quantias de dinheiro necessárias para tal empreendimento seriam conseguidas? Como equipar um navio ou conseguir profissionais para a tripulação? Havia mais perguntas do que respostas, mas George e seu co-fundador, Dale Rhoton, passaram a orar e perseveraram até o final dos anos 1960. Aos poucos, o Senhor tocou o coração de mais pessoas e o apoio começou a aumentar.


Um capitão, Graham Scott (Reino Unido), se voluntariou, deixando um emprego com uma empresa de navegação para se juntar à equipe de projetos da OM. Embora ele não tivesse navegado nesse navio, ele esteve à frente dos esforços para encontrar um navio adequado. Marítimos cristãos dispostos a oferecer sua experiência ajudaram a dar credibilidade às apresentações nas reuniões da igreja, o que auxiliou na obtenção de fundos para o projeto.


A oração fervorosa por um navio continuou. Foi assim que Nancy Coates (EUA), uma jovem professora em uma campanha de evangelismo de verão, na Espanha, ouviu falar da

necessidade de alguém ensinar os filhos dos líderes assim que eles embarcaram. "Eu disse 'Claro'. E liguei para a escola em que trabalhava para dizer que eu não retornaria, que estava deixando o emprego. Eu tinha acabado de comprar um Mustang conversível vermelho, e disse ao meu pai para vendê-lo e dar todo o dinheiro para a OM".


Em setembro de 1970, na conferência anual da OM, George ouviu que o Umanak, um navio dinamarquês do qual a equipe havia gostado, mas não tinha conseguido comprar, estava disponível novamente. "Eu tinha essa certeza em meu coração de que eu deveria tentar comprar aquele navio e, na conferência, todos concordaram", diz George. "Voei para a Dinamarca para pagar o depósito e nos entragaram o navio em meados de outubro. Foi um milagre comprar aquele velho navio e reformá-lo. Nosso advogado poderia ter escrito um livro: Os meandros por meio dos quais compramos o navio!”.


"Na época da assinatura do contrato, só tínhamos metade do dinheiro", lembra o fundador da OM, George Verwer. "Precisávamos do restante das 70 mil libras o mais rápido possível. Deus providenciou. Recebemos muitas pequenas doações de muitas nações. Nossos próprios 'OMers' e ex-alunos investiram para que o Ministério do Navio flutuasse". O Umanak foi renomeado Logos, que significa "palavra" em grego e refere-se a Jesus Cristo, que é a Palavra, segundo a Bíblia.



O fundador da OM, George Verwer (segundo à direita) e tripulantes originais oram no convés do Umanak, que se tornaria o primeiro navio do Ministério do Navio, Logos.


O inicio foi “difícil e preciso". Ex-voluntários relembram com carinho as condições de vida incomuns, algumas de quase calamidade, o orgulho de fazer parte de algo inédito e a completa dependência do nosso alimento verdadeiro: a oração. Às vezes, eles permaneciam mais tempo do que o planejado em um porto, até que o dinheiro entrasse para comprar combustível para começar novamente, ou até que a documentação necessária, ou o pessoal qualificado, ou algo essencial chegasse. Obstáculos, incluindo clima adverso, agitação política e permissões das autoridades foram objeto de oração e respostas vieram; às vezes da noite para o dia; muitas vezes naquela que parecia ser a décima primeira hora. Fazer parte de tal empreendimento foi, realmente, algo arquitetado por meio da fé. Isso resultou em motivação e chamados para milhares de cristãos, de diversos países, a servirem como obreiros cristãos nos navios de OM.


O Logos esteve em serviço até 1988, e o segundo navio da organização, Doulos, operou de 1977 a 2009. O Logos II esteve em ação entre 1989 e 2008, e o atual navio, Logos Hope, foi lançado em 2009. O ministério tem conhecido tempos de testes e tragédias, mas, apesar de todas as adversidades, pudemos, desde sempre, experimentar a infalível provisão, proteção e poder de Deus na Obra.


Embora os planos para 2020 incluíssem o Logos Hope visitando a Europa para comemorar o aniversário com ex-alunos e parceiros, os planos tomaram um rumo diferente devido à pandemia de Covid-19. O navio e sua tripulação estão, atualmente, nas Bahamas, alcançando os ilhéus que, após um devastador furacão, estão a reconstruir suas vidas.


De sua casa, em Londres, George Verwer, agora com 82 anos, reflete: "Há 50 anos, hoje, eu estava no convés do Logos, em Copenhague. Ela era , a partir de então, nossa nave. Nós nos alegramos com tudo o que Deus tem feito por meio de nossos quatro navios. Pelo menos 100 milhões de pessoas em todo o mundo conheceram o evangelho de alguma forma. Sabemos que milhares professaram fé, mas só o céu contará toda a história. Continuamos muito gratos a Deus por nossos incontáveis obreiros nos bastidores, parceiros de oração e apoiadores".


Seelan Govender, CEO da OM Ships, diz: "Temos 50 anos de impacto do Ministério do Navio no mundo e estamos incrivelmente humildes e honrados por estarmos sendo usados por Deus. A mensagem do evangelho é de transformação, e milhões experimentaram seu poder em suas vidas por meio de uma visita a um de nossos navios. Esta mensagem continua a nos impulsionar e estimular, pois consideramos que outros milhões mais precisam experimentar o amor de Deus".


Tradução por Orlando Silva

Revisado por Eunice L. Amaro

Texto original aqui.

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