Pioneiros interculturais


Por Nicole James

Tradução Rodrigo Mendes

Revisão Jessica Ferri

Aproximadamente 93% da população de Hong Kong é chinesa. Os outros 7% são refugiados, expatriados e imigrantes ilegais, que compõem o que o governo define singularmente como a "minoria étnica", de acordo com a operadora da OM, Vanessa. Em 2010, a OM Hong Kong mudou seu escritório para uma das áreas mais pobres da cidade.

Depois de orar pedindo direcionamento sobre como eles poderiam servir à nova comunidade, os trabalhadores da OM criaram o Centro Doulos, um recurso para a população não chinesa que vive ao seu redor. O Centro Doulos oferece vários programas, incluindo tutorial para as lições de casa, projetos de arte e um grupo de meninas para dar suporte às crianças, bem como aulas de idiomas, grupos de culinária e seminários de saúde para mulheres.

Entre os cristãos em Hong Kong, a trajetória da OM para ministrar entre a minoria étnica foi radical. "Na maioria das nossas igrejas locais, apenas alcançamos os chineses. Para que possamos chegar à outra parte da população em Hong Kong é necessário algo novo", explicou Lincoln, que se juntou à OM Hong Kong em 2011.

Tornando-se seu vizinho